Por Anthony Roberts
Traduzido e adaptado por Branco
Clembuterol (Clem) é um agonista / antagonista seletivo do receptor beta-2 e um broncodilatador. Isto significa que ele estimula seus receptores beta-2. A grande importância, é que o Clembuterol é um beta-2 seletivo (porque ele funciona seletivamente sobre o receptor androgênico beta-2), certo? Tipo assim, o clembuterol é seletivo… É como bater um prego (seu receptores beta-2) com um pequeno martelo (Clem)… Assim, ele atinge o beta-2 receptores seletivamente. Desculpe se isso parece repetitivo, mas é muito importante entender este fato antes de seguir em frente. Devido ao clembuterol ter uma capacidade muito baixa de estimular o beta-1, ele tem a capacidade de reduzir alguns tipos de obstrução das vias aéreas, sem afetar muito a função cardiovascular (veremos mais sobre isso), e é por isso que ele é usado como uma medicação para a asma.
Então pra que serve o Clem (ou efedrina) como estimulantes dos receptores beta? Bem, serve para aumentar a temperatura corporal um pouco, aumentar a produção de calor nas mitocôndrias, aumentar a sua taxa metabólica basal, e diminuir o apetite (1). Isso explica, em parte, como os beta-2 agonistas estimulam diretamente as células de gordura e a lipólise (1) (13). E também, por ele ser um agente beta-2, o clembuterol pode diminuir a sensibilidade à insulina (2), infelizmente. Leia o artigo completo
Arquivo de ‘Outros Otimizadores de Performance’
Clembuterol
T4
por Anthony Roberts
Traduzido e adaptado por Branco
O hormônio da tireóide, tiroxina (T4) é um hormônio à base de tiroxina que é produzida pela glândula tireóide. Versões sintéticas deste hormônio são utilizadas para compensar uma falta de tiroxina produzida naturalmente e aumentar a taxa de metabolismo. O hormônio tireoidiano sintético melhora os sintomas de hipotireoidismo a velocidade da taxa de metabolismo em pessoas que sofrem da doença. Hormônios tireoidianos também podem ser usados para tratar bócio (alargamento da glândula tiróide) e certos tipos de câncer da tiróide.
No início dos anos 1900, médicos descobriram que injetar extratos de tireóide de ovinos em pacientes inverteram os sintomas de hipotireoidismo. O T4 foi então sintetizado em 1926. Drogas para a tireóide estão disponíveis apenas com prescrição médica e são vendidos em forma de comprimido. O mais comumente usado hormônio tireoidiano T4 (Levotiroxina Sódica) é vendido com o nome Synthroid.
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Efedrina – ECA
A efedrina estimula a lipólise, aumentando noradrenalina (NA), liberada a partir dos terminais nervosos. Este aumento da noradrenalina ativa os receptores beta-adrenérgicos que aumentam os níveis de cAMP nas células adiposas e células musculares.
Isto acarreta um aumento da lipólise em células de gordura e aumento da síntese protéica no tecido muscular. Com isso, mecanismos de feedback negativo são ativados, e isso envolve a produção de fosfodiesterases, adenosina e prostaglandinas.
A cafeína tem a capacidade de inibir a atividade de fosfodiesterases e interferir nos receptores de adenosina. Este combo pode aumentar a eficácia da efedrina de uma forma sinérgica. A aspirina mostrou aumentar a eficácia da efedrina em alguns indivíduos, presumivelmente por suas ações inibidoras de prostaglandina. 
A eficácia máxima é alcançada quando Leia o artigo completo
T3
Liotironina Sódica
T3 não é um EAA*, mas sim um hormônio tireoidiano. Ele contém uma substância sintética chamada liotironina sódica, que lembra o hormônio tireoidiano triiodotironina (L-T3). A tireóide de uma pessoa saudável normalmente produz dois hormônios, o L-tiroxina (L-T4) e o referido L- triiodotironina (L-T3). O T3 sintético provoca os mesmos processos no corpo, como se a tiróide produzisse mais do hormônio. Maior parte do T3 produzido no corpo não é diretamente proveniente da tireóide, mas sim convertido a partir do hormônio tireoidiano T4.
O T3 regula o metabolismo oxidativo de energia a partir de substratos (alimento ou substratos armazenados, tais como gordura, músculo e glicogênio) através das mitocôndrias. As mitocôndrias (lembram das aulas de biologia no colégio?) são geralmente chamadas de “células de potência” porque elas produzem ATP. A administração de T3 aumenta a absorção de nutrientes nas mitocôndrias e também a sua taxa de oxidação (ou seja, a taxa na qual eles são queimados para a produção de energia), aumentando as atividades das enzimas envolvidas no metabolismo oxidativo. Em outras palavras, o organismo trabalha a todo vapor e mais combustível será necessário para completar este maior ritmo de trabalho. Portanto, como você pode imaginar, com o T3 você irá aumentar a demanda de energia do seu corpo.
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