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Apenas reitero que este artigo (assim como todos os outros postados neste site) NÃO substitui, de maneira nenhuma, a orientação de um profissional. O intuito deste é apenas dar uma noção simplificada de como estruturar uma dieta e ajustá-la de acordo com suas necessidades, uma vez que a montagem de uma dieta é algo bastante complexo e que envolve vários aspectos (metabolismo, resistência à insulina, nível do atleta, individualidade genética, objetivos, horários de treino, disponibilidade de alimentos, tipo físico, entre vários outros).
Após definidas as necessidades diárias de cada macronutriente, devemos, em seguida, escolher a divisão das refeições ao longo do dia, da maneira mais adequada à sua rotina. Lembrando que para maximizar a absorção de comida e favorecer o ganho de músculo sobre o ganho de gordura (ou preservar massa muscular enquanto estiver tentando perder gordura) você deve ingerir 6-7 refeições por dia.
Agora um ponto controverso: alguns especialistas recomendam a presença de carboidratos, proteínas e gorduras em todas as refeições do dia, enquanto outros recomendam não ingerir gorduras e carboidratos nas mesmas refeições. Eu digo que isso depende do metabolismo individual, então, neste ponto, você terá que decidir o que será melhor sozinho.
Eu, particularmente, prefiro e uso a segunda opção, mas esta é minha opinião pessoal. Se eu consumir carboidratos em todas as refeições, ainda mais juntamente com gorduras, a minha tendência é acumular mais tecido adiposo. Seguindo com minha opinião pessoal, eu divido a ingestão de carbos em 3 refeições (no máximo 4 – desjejum, pré-treino, shake pós treino e refeição sólida pós treino.). Assim, com uma dieta hipercalórica, consigo um ganho com maior qualidade, bom índice de manutenção hormonal e preservação do SNC. Mesmo necessitando de carboidratos para veicular proteína, em razão de a dieta ser hipercalórica, a supercompensação de calorias não utilizadas fará essa função. Leia o artigo completo